Apontamentos sobre o perfil comportamental feminino nas
relações com o homem
"Quando fores ao encontro da mulher, não te
esqueças de levar o chicote" (Nietzsche)
"A sorte é mulher e, para dominá-la, é preciso
bater-lhe e ferir-lhe" (M aquiavel)
"E eis que encontrei algo mais amargo que a
morte: a mulher cujos braços são laços e cujas
mãos são ataduras" (Eclesiastes 7:26)
Este trabalho retrata o lado negativo, a face obscura, destruidora
e fatal do feminino, a qual infelizmente corresponde nos decadentes dias
atuais à esmagadora maioria das mulheres. Não abordarei seu lado divino e
celestial mas apenas o aspecto infernal e monstruoso, o qual deve ser
vencido para que a mulher nos entregue as chaves do paraíso.
As mulheres são seres deliciosamente terríveis, de dupla face, que
nos fazem sofrer terrivelmente. Atormentam-nos com seus jogos
contraditórios e incoerências, nos levando à loucura. Quando as vencemos,
elas nos presenteiam com os segredos que reservam aos eleitos.
Como tenho visto muitos homens sofrerem nas mãos dessas deliciosas
criaturas, resolvi compartilhar o conhecimento que adquiri em duras
experiências.
"Quando eu (o autor) era jovem, não entendia porque certos filósofos e
escritores diziam que necessitávamos nos desapegar das mulheres. Os
considerava injustos e discordava. Hoje os entendo perfeitamente e
concordo com tudo o que disseram Nietzsche, Schopenhauer, Maquiavel,
Eliphas Lévi e outros sábios. As advertências da Igreja na Idade Média, do
Alcorão, da Bíblia e de outros livros sagrados contra esses seres
simultaneamente maravilhosos e malignos não são gratuitas."
O jogo da paixão é uma batalha de sentimentos em que a mulher tenta
incansavelmente vencer usando como armas as carências afetivas e sexuais
do homem. A intenção é conquistar o nosso coração para dispor, deste
modo, da subserviência que se origina do estado de apaixonamento.
Os princípios que aponto se aplicam de forma geral a todas as
relações de gênero: à paquera, ao namoro e ao casamento, entre outras "modalidades".
Basicamente, essa obra descreve as estratégias femininas para
ludibriar o homem, acorrentando-o, os erros que normalmente cometemos e
as formas de nos defendermos emocionalmente. Espero não ter chocado o
leitor por ter, como Maquiavel, tratado apenas das coisas reais e não das
coisas ideais. A realidade do amor não é bela, é difere totalmente do que
gostaríamos que fosse.
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